Mostrando postagens com marcador conselhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador conselhos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Meio cheio

Sol no corpo é sinal de cor mas também é sinal de sarda. Para os mais radicais, câncer de pele. É igual a história do copo. Aprecie da maneira que achar melhor. Mas aguente os resultados.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Conselhos tolos

Pode parecer que estou feliz com essa situação. Não sei se concordo. Talvez a maturidade me traga o privilégio de ser o que não sinto. Você pode achar que a vida vai ser melhor do que é. A mim já não é mais permitido fazer esse tipo de confusão. Dizer o óbvio às vezes nos redime de não ter feito a coisa certa quando fomos requisitados. É por isso que repito: o tempo passa. Sei que você não entende, porque é debochada a sua atitude. Você vai ter que viver mais. Mesmo assim, nunca vai me agradecer pelo que faço agora. Vai transferir todo o seu ódio para mim. Pode ser, sim, que, nesse dia, eu fique feliz. Porque ao menos você será um ser humano inteiro. Digno. Como pretendo ser com essa conversa. Alguém que viveu na medida. Nem mais, nem menos. Que subutilizou suas horas. Não seguiu o roteiro que você traça hoje. Se ao menos tivesse me ouvido.

domingo, 8 de março de 2009

8 de março

Não quero um dia só para mim. Quero ser lembrada todos os dias, sem precisar me justificar ou recorrer a desculpas que ninguém mais engole. Não quero mais ser considerada minoria, se sou eu a responsável por povoar esse mundo. Sou a mãe dos homens e, como tal, exijo respeito. Não me faça homenagens no dia de hoje. Adore-me sempre. Entenda a minha força, se é que você é capaz. Saboreie a minha sensibilidade, almeje um dia alcança-la. Deixe que eu emerja desse lugar ao qual fui exilada. Talvez você descubra que sou eu quem vai salva-lo.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Como jogar um amor pela janela

Esqueça aquela história de ser cúmplice, seja injusto. Ignore o que ele sente por você e julgue-o como se ele fosse um de seus inimigos, sem defesa. Melhor, acuse-o de ser o responsável pelas suas crises; as atuais e aquelas que te assombram desde sempre. Pise na ignorância do réu acerca dos assuntos em que você é especialista. E, como todo bom drama precisa de um gran finale, depois de humilhá-lo bastante, torne-se indiferente. Você vai ver que não será necessário fazer nem um pepé. Ele vai achar o caminho sozinho.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008