sexta-feira, 2 de abril de 2010

SOS

Então tive que me submeter ao gosto das despedidas e seus detalhes salgados. Pitadas da âncora que me prende ao mundo. O que é esse monstro com o qual me deparo toda vez? Velho conhecido, com quem nunca me acostumo. Fico presa ao pé da mesma cama enquanto entendo a existência das outras cores. Hipnotizada, levanto voo. Sem nunca deixar esse planeta. Aquele que sou eu e mais ninguém. Um ponto escuro no buraco negro de um universo que não existe.

3 comentários:

Anônimo disse...

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Anônimo disse...

Nossa...gostei deste comentario anonimo... adorei o texto. Sentia falta já de ler um.
bjs, saudades, amor,
Tau.

Flavinha disse...

Nanã, tô de longe mas tô ligada!
Beijos e saudades